O BULLYING E NOSSAS CRIANÇAS
Vamos viver valores e inspirar nossas crianças a não praticarem o Bullying
O termo BULLYING compreende todas as formas de atitudes negativas, agressivas, intenções e repetidas que ocorrem sem motivação evidente, adotada por um ou mais estudantes contra outro(s) no âmbito escolar, causando dor e angústia.
Entende-se também como todo e qualquer tipo de agressão física ou verbal que cause constrangimento.
Resumindo: Bullying é a intimidação verbal ou física caracterizada pela repetição e escolhas de um “alvo” e representado por três papéis sociais:
AGRESSOR, VÍTIMA E PLATÉIA.
Poderíamos usar várias outras definições, dicas de minimização de tais atitudes através de sensibilizações, punições e/ou sanções, enfim...tudo o que sempre fizemos até então.
Nossos crianças sabem o que significa , sabem o que está errado, quais suas implicações, porém, parece que a cada dia, o BULLYING está com mais força. Nada atingiu de fato a exterminação do ato e o nosso objetivo primordial que é ACABAR com o Bulllying antes que ele acabe conosco...se perde dentre discursos e definições.
Estamos falando, pesquisando, debatendo, sensibilizando, porém estamos cada vez mais acostumados, permissivos e evasivos.
E aqui vai uma reflexão:
Qual é de fato o papel da família e da escola em prol do combate ao BULLYING?
Presencia-se nos dias de hoje, grandes transformações e desafios humanos.
Vivemos em um mundo globalizado, com grandes evoluções tecnológicas, velocidade de informações e de conhecimento,porém, na mesma proporção, estamos vivendo num mundo de conflitos.
Percebe-se também que, a sociedade passa por um período de turbulências, violência urbana, corrupção, jogos de poder nas empresas, desprezo pelo ser humano e pelo meio ambiente. Todas essas situações podem ser sintomas de uma sociedade que não criou apreço pelos valores e acabou por formar adultos sem referenciais de cidadania e de respeito ao próximo.
Atualmente há uma grande preocupação com o problema dos valores humanos. As nossas crianças e os nossos jovens, em quase todos os países, estão profundamente incertos quanto aos valores que norteiam suas ações. Os valores associados à religião perderam grande parte de sua influência. Por sua vez, pais, professores e demais adultos mostram-se inseguros e inquietos quanto às normas e ações à sustentar e considerar.
Tendo em vista as grandes transformações pelas quais o mundo vem passando e considerando que a escola reflete os problemas do mundo globalizado em que vivemos, como desemprego, insegurança, fome, abandono, entre outros – que levam o homem a se afastar de sua essência, alterando as relações interpessoais – é enfatizado a moral e suas manifestações na prática docente como uma possibilidade de transformação dessa situação caótica. Acredita-se também, que não existe educação sem valores inerentes ao desenvolvimento moral.
E partindo deste princípio, devemos entender a influência familiar exercida de forma grandiosa na formação do caráter e sua extensão no âmbito escolar.
Quando pensamos no combate do Bullying, não podemos perder de foco um valor essencial “ A COERÊNCIA” .
Por que a coerência?
Porque simplesmente representa a verdadeira harmonia entre discurso e prática e, as nossas crianças só introjetam valores quando são tratadas de forma prática com eles. Quando pais agem exatamente de acordo com a forma que educam seus filhos, quando professores agem de acordo com os seus ensinamentos, quando se fala de respeito...agindo com respeito, quando se fala de verdade...agindo com verdade, quando se fala de amor...agindo com amor.
Muito se fala de responsabilidade dos educadores na formação do aluno, nas sanções pelos atos de Bullying, na opressão sofrida pela vítima o Bullying, na história de vida do agressor, mas não se reconhece de fato a nossa responsabilidade enquanto protagonismo social de voltarmos às nossas origens para percebermos que a solução existe e é tão simples que, diante da complexidade os nossos conhecimentos, nos distanciamos do óbvio.
Falo e conceitos antigos, porém, de grande importância que não podem ser dissociados do nosso comportamento, cuja principal característica que nos difere dos outros seres vivos: A HUMANIZAÇÃO e consequentemente a convivência familiar tradicional.
Ao se falar de valores, não se pode pensar em discurso. Ninguém ensina valores, porém, podemos ser exemplos inspiradores de valores. Isso mesmo, inspirar valores. Viver valores humanos na família e na escola como ponto de partida para a formação do caráter e construção de uma sociedade mais harmônica nos leva a transcender limites pessoais, aspirações, vitórias e frustrações eventuais.
O problema do Bullying não é atual. Ele foi construído, educado e assim evoluído. E não é do ápice da pirâmide que podemos exterminá-lo, mas sim na sua base ,resgatando, vivenciando e inspirando os valores que foram banalizados e devorados por este mundo globalizado e por esta sociedade que criou apreço pelo TER e não pelo SER. .
“ Se uma criança vive na crítica, aprende a criticar. .
Se uma criança vive com hostilidade, aprende a brigar. .
Se uma criança vive com ridículo, aprende a sentir-se culpada.
Se uma criança vive na tolerância, aprende a ser paciente. .
Se uma criança vive com coragem, aprende a ter confiança. .
Se uma criança vive com elogio, aprende a apreciar. .
Se uma criança vive na retidão, aprende a ser justa. .
Se uma criança vive na aprovação, aprende a gostar de si mesma. .
Se uma criança vive com aceitação e amizade, aprende a encontrar amor no mundo!”. .
Dorothy Law Rothe Fonte:
Autora: Regiane Pinheiro
CRP 32901
Psicóloga de Formação com Especialização em Gestão e Pessoas nas Organizações.
15 anos de vivência em Recursos Humanos
6 anos na área da Educação
Unidade Centro do Colégio da Polícia Militar
sábado, 7 de maio de 2011
segunda-feira, 4 de agosto de 2008
HIPERATIVIDADE INFANTIL E FLORAIS DE BACH
Seu filho não pára quieto: além de brincar o dia todo, ele não dorme tranqüilamente. Na escola, chovem reclamações de agitação, impulsividade e desatenção. Pois é, sua ‘criança levada’ pode sofrer de TDHA - Transtorno de Déficit de Atenção, também chamado de Hiperatividade, que causa excesso de agitação, impulsividade e desatenção.Segundo a terapeuta floral Maria Aparecida das Neves - uma das mais graduadas brasileiras no assunto, os Florais de Bach Originais não tratam doença alguma, mas sim a pessoa e suas emoções e podem ser estendido às crianças. Eles agem no organismo de maneira a equilibrá-lo. Desta forma, o paciente entra em harmonia para receber outros tratamentos.
“É por isso que chamamos os Florais de Bach Originais de Terapia Complementar.
E, no caso da hiperatividade, temos algumas essências que atendem muito bem os estados de ânimo hiperativo”, afirmou.
Ela explica que, na infância, pode ser difícil distinguir entre os sintomas de Transtorno de Déficit de Atenção/Hiperatividade e comportamentos apropriados à idade em crianças ativas. “A criança só é considerada hiperativa quando apresenta estes comportamentos em todos os ambientes, como na escola, em casa ou na festa. Se for esporádico, não é hiperativa”, ensina.
Características de hiperatividade
Criança ‘desligada’: o hiperativo dificilmente presta atenção por muito tempo em alguma coisa, é distraído e desligado, parece que está no ‘mundo da lua’.
Perde ou esquece seus pertences com facilidade.
Destaca-se por ter mil idéias, mas não consegue finalizar nenhuma.
Criança impulsiva: freqüentemente, o hiperativo dá respostas precipitadas antes de as perguntas terem sido completas. Primeiro age, depois pensa no que fez.
Com freqüência tem dificuldade para aguardar sua vez, interrompe ou se mete em assuntos de outros, não tem paciência para ouvir instruções até o final e demonstra irritabilidade.
Baixo rendimento: a criança é inteligente, ágil e criativa, mas apresenta baixo rendimento escolar, o que a deixa com baixa auto-estima. Na fase de alfabetização, tem dificuldade de falar e escrever, troca letras e confunde p,q,b,d, tornando-se insegura ao falar e escrever.
Criança rebelde: é comum a queixa de que os hiperativos não aceitam ser contrariados. Geralmente ganham no grito, manifestando agressividade, nervosismo e intolerância. Em contrapartida, o comportamento doce e carinhoso se manifesta em seguida. Por não lidar bem com suas emoções, na adolescência pode buscar nas drogas uma forma de aliviar suas turbulentas emoções.
A chave para receitar o Floral de Bach é justamente reconhecer como a pessoa está se sentindo e verificar qual essência corresponde com o estado de espírito descrito. “É o passo mais importante para equilibrar as emoções”, adianta Aparecida. “São muitos os relatos de pacientes que, ao tomarem floral, conseguiram controlar seus sentimentos e passaram a aproveitar melhor a vida”.
Texto de Maria Aparecida Neves ( Terapeuta Floral),
a mim enviado por
www.disqfloral.com.br , em 04/08/08terça-feira, 22 de julho de 2008
AS CRIANÇAS AZUIS

Não é de hoje que as crianças e os adolescentes possuem o dom intuitivo de percepção da vida.Só que, apenas agora essa realidade é aceita e é constatada através da permissividade que lhes foi dada de SEREM ELES MESMOS .E, a cada dia mais pais, professores e profissionais do desenvolvimento infanto-juvenil entendem os caminhos do pensamento e das emoções dos jovens seres azuis ( muitos autores referem-se a eles como crianças da Nova Era , Seres Índigo, por terem em volta de si, uma aura azul índigo, sempre que estão em harmonia interior ...) para os esotéricos tal cor de aura refere-se aos seres de consciência evoluída.
Ø desde que nascem, seus cinco sentidos físicos e também os não físicos, estão muito despertos. São bastante instintivas e de percepção aguçada.
Ø percebem (sentem) as emoções que lhe são passadas pelas pessoas à sua volta. Cada palavra dita em determinadas entonações ou mesmo o toque de alguém que não esteja bem, pode causar-lhes mal estar, insegurança, agitação e medo (seu instinto capta as freqüências vibratórias). Essa percepção tende a desenvolver-se com a idade.
Ø Podem ter dificuldade em processar determinados alimentos ( derivados de leite de vaca , carnes e frutos ácidos)
Ø Se alérgicos, deve-se pesquisar a qualidade da alimentação , além das condições ambientais.
Ø Podem apresentar crises alérgicas, gripes , problemas digestivos ou intestinais, caso também vivam em ambientes que a deixem nervosa ou insegura .
Ø Têm muita energia e necessitam de muita atividade física, sempre associada à atividade mental.
Ø Frustram-se facilmente porque pressentem que, o que desejam que aconteça não será como desejam
Ø Costumam ter “amigos invisíveis” e agir como se soubessem o que está para acontecer.São agradáveis e alegres, mas também podem chegar à ira e à agressividade com facilidade.
Ø Demonstram alto grau de autonomia, desde a mais tenra idade.
Ø Podem fazer 2 ou 3 atividades de uma só vez, mas também costumam desistir delas com a mesma rapidez com que se interessaram pelas mesmas.
Ø Curiosidade insaciável
Ø Fazem comentários como adultos e costumam deixar os ouvintes perplexos com suas observações.
Ø Percebem mentiras e são manipuladores, por conta disso.
Ø São muito criativos
Ø A hiperatividade deve ser vista com muito cuidado, e a administração de alguns medicamentos , feita com certo critério, já que tal sintoma é uma característica considerada “normal” , na criança dos tempos atuais. A medicação pode afetar , não só o seu comportamento como também a sua saúde psico-neurológica.
Ø Na aquisição da linguagem pode aparecer: dislalia, pré-dislexia, gagueira(fisiológica), dificuldade de aprendizagem... A diferença entre crianças índigo e crianças comuns, estará no fato de que, se submetidos os primeiros à qualquer terapia, em muito pouco tempo vencerão a limitação.
Ø Durante todo o seu desenvolvimento necessitam sempre de muitas explicações sobre tudo à sua volta
Ø Na adolescência podem apresentar condutas extremamente amadurecidas, caso tenham tido boas orientações sobre seus potenciais na infância. Caso na, serão extremamente problemáticos, revoltados e com tendência a depressões.
segunda-feira, 14 de janeiro de 2008
Por que iniciar o reiki em crianças?
A proposta de iniciar tais crianças e adolescentes, na arte de ministrar o REIKI tem os objetivo de: 1. Permitir-lhes aproveitar os seus potenciais e acreditar neles, antes que os abandonem com o passar dos anos, por sentirem que não têm utilidade para eles. Capacitá-los a conhecer melhor tais potenciais e a saber usá-los de forma construtiva ( percepções e dons extra-sensoriais)
- 2. Aumentar a sua habilidade em usar o cérebro e suas funções(atenção, concentração, memória, criatividade e aprendizagem.
3. Ajudá-los a lidar melhor com a sua emotividade, tornando-os mais afetivos, diminuindo sua tendência à agressividade, melhorando-lhes a auto-estima.
4- Provocar mudança de hábitos desfavoráveis ao seu desenvolvimento harmonioso ( Tv , computador, vídeo... e outras ocupações prejudiciais em excesso, ou de forma compulsiva)
5- Levá-los a aprender a disciplinar a sua mente e, a partir de então, a tornarem-se mais equilibrados nos planos mental, psicológico e espiritual
6- Na adolescência, dar-lhes mais estrutura emocional para superarem as crises da idade, capacitá-los a fazer escolhas com mais segurança, seja no âmbito profissional ou no afetivo.
Para refletir:
POR QUE NÓS ADULTOS TAMBÉM NOS SENTIMOS IMPELIDOS A BUSCAR PRATICAR O REIKI?
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