domingo, 1 de janeiro de 2012

COMO LIDAR COM OS ÍNDIGOS


ALGUMAS FORMAS DE LIDAR COM OS SERES ÍNDIGO
Ø Quando uma criança ou um adolescente lhe fizer uma pergunta diga-lhes a verdade, pois eles sempre percebem as verdadeiras intenções e as fraquezas do adulto ( portanto cuidado! São habilidosos manipuladores)Obs: Cabe ressaltar que isso também é válido para desajustes entre os pais. A criança percebe o “clima” e não é bom lhe esconder. Ela tem maturidade para entender divergências entre os pais, mas não suporta ver ofensas, agressões físicas, atitudes violentas, ameaças...
Ø Nunca o diminua, humilhe, ou seja arrogante com ele. Trate-a com carinho, mesmo que tenha que ser duro (a)
Ø Não lhe dê as soluções para os seus problemas, mas ajude-o a encontrá-las sozinho( inteligência emocional)
Ø Se você der a ele ordens autoritárias e sem razões sólidas essa criança ou adolescente o derrotará. Não irá obedecer e o que é pior, vai dar-lhe uma lista de motivos que desclassificarão suas intenções.
Ø Dê-lhe opções em tudo e sempre explique o porquê dessas opções. Será mais estratégico do que uma ordem.
Ø Quando ainda bebê, mesmo que não saiba falar, explique-lhe tudo o que estiver fazendo para ele. Pode ser que este não o entenda, mas sentirá que está dando atenção a ele e desejará responder a você, mesmo que o faça por meio de balbucios ( Isso ajuda na aquisição da fala) Obs: Nunca use uma linguagem infantilizada, pois ele aprenderá a falar de forma errada. Quando muito, apenas use uma voz suave, com várias entonações)
Ø Evite criticá-lo negativamente ( muitos se encarregarão de fazer isso). Ao contrário apóie-a e leve-a a perceber seu erro sem precisar falar diretamente.
Ø Não force-a a realizar algo que tema, ou algo novo. Simplesmente encoraje-a e deixe que decida fazer quando estiver preparada.
Ø Não imponha que entre em algum ofício familiar do qual ela não goste ou pelo qual não se interesse.
Ø A criança e o adolescente de hoje raramente serão “seguidores”. Eles têm seus projetos e precisam realizá-los .
Ø Pais , professores e orientadores devem estar seguros para definir e manter “limites claros”. Estes devem ser flexíveis para que possam ser reajustados se necessário ( exemplo de opções). Eles devem estar baseados no crescimento emocional e mental.Ser firme , mas justo é uma fórmula que dá certo ( mesmo que a criança faça “caras e bocas”...)
Ø Negocie cada situação ( negociar não é chantagear) . Negociar requer um entendimento profundo do que a criança está sentindo ( colocando-se no lugar dela – empatia).Mas mostre para ela tudo o que você está sentindo ( mesmo que seja uma raiva momentânea), no entanto jamais olhando para ela com raiva, pois ela perceberá, se assustará , sentirá profundamente e jamais esquecerá desse olhar. E o pior. Temerá você, enquanto deveria sentir-se protegida.
Ø Se você a repreende por algo que fez, dê um tempo para que ela reflita. Depois de tudo, reúna-se com ela e reveja a situação de forma tranqüila.
Ø Lembre-se que punição não funcionará com a criança, nem com o adolescente. A punição é baseada em culpa, enquanto que a repreensão é baseada no crescimento interior.
Obs: Isso vale para os métodos educacionais na escola.
Ø O adulto precisa conhecer as suas emoções e raciocinar em cima delas. Só assim poderá traçar um plano para lidar com seus filhos, que o permita entender também as emoções deste e ajudá-lo a racionalizar cada uma delas.
Ø Alguns minutos de atenção integral à criança, valem mais do que um dia inteiro sem lhe dirigir a palavra.
PODEMOS REFLETIR SOBRE ISSO?  DISCUTIR, QUEM SABE?O QUE ACHAM?
Denise Conte

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